Milão – Parte I

27 Janeiro, 2014 0 Por Piki

Saímos de casa às 5.00h da manhã direitinhos ao aeroporto da Portela, chovia a cântaros…
Irónico, já que marquei a viagem precisamente para esta altura do ano na esperança de apanhar bom tempo!

Na altura da descolagem rebentou uma super trovoada e aí o pânico instalou-se na minha pessoa. O meu homem para não variar não estava minimamente preocupado, passado pouco tempo adormeceu e passei a viagem “sozinha” a ler a revista de bordo umas trinta vezes e o meu bloco de bolso (faço sempre um por cada viagem que fazemos) para me distrair da turbulência.
O dia ia ser longo…
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O bloquinho da viagem

Chegámos ao aeroporto de Malpensa às 10.35h da manhã, estava bom tempo! Ainda dentro do aeroporto comprámos os bilhetes de Shuttle para a estação Milano Centrale 10€ por pessoa, sai a cada 20 minutos. Rápido, prático e confortável!
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Determinada em não gastar muito na estadia de Milão, fartei-me de pesquisar hoteis, Bed&Breakfast, apartamentos, enfim um sem número de sítios onde queríamos passar apenas duas noites para conhecer os pontos principais da cidade e rumar a Florença dia 29 bem cedo. Deixem que vos diga que foi dificílimo porque como me explicaram Setembro e Outubro é época alta em Itália, pior ainda em Milão devido à semana da moda.
Já quase a perder a esperança consegui uma estadia num hostel bem central, http://www.themonasteryhostel.it/ foi a nossa sorte, tudo o resto mais em conta já estava lotado ou era super longe do centro obrigando-nos a gastar mais em transportes…
Era um antigo convento de frades franciscanos que foi todo restaurado e adaptado a hostel, sem luxos e também sem grandes simpatias por parte dos funcionários serviu o propósito e pelo preço de 93,60€ duas pessoas, duas noites com pequeno almoço e quarto privado com WC, pareceu-me bem e não podia reclamar muito! Ficava pertíssimo do bairro de Brera, centro chic de diversão e vida nocturna de Milão!
Foi para o Hostel que nos dirigimos assim que saímos na estação central. Aquele percurso a pé não custou nada mas estava a ver quando é que a minha mala chinesa gigante e cor de rosa ficava sem rodinhas, devo dizer que se portou bem toda a viagem, e se sofreu…
Deixámos as malas no Hostel e fomos à nossa vida.